As Presidências Abertas da Câmara Municipal do Funchal, sob o mote “O Funchal Que Nos Une”, visitaram na manhã de hoje, a Associação Protetora dos Pobres, no âmbito do seu calendário anual de visitas às associações e entidades do concelho. O Presidente da CMF, Miguel Silva Gouveia, acompanhado pela Vereadora com o pelouro do Desenvolvimento Social, Madalena Nunes, foi recebido, na ocasião, pela Presidente da Direção, Teresa Perry Vidal.

Miguel Silva Gouveia começou por explicar o propósito desta iniciativa camarária “estes encontros visam promover as políticas de proximidade entre o Executivo da Câmara Municipal e toda a comunidade do Funchal, procurando perceber a realidade destas associações e identificando também todo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela Autarquia, através dos diversos apoios financeiros que concedemos anualmente”.

O Presidente realizou uma incursão pelas instalações e teve oportunidade de entrar em contacto com alguns munícipes que normalmente usufruem dos espaços da Associação, onde se evidencia uma grande partilha intergeracional, inteirando-se do trabalho profundamente meritório em prol da comunidade.

Na visita dedicada a esta entidade de cariz social, que em 2020 celebrou 131 anos de existência, foram abordadas as novas problemáticas que a pandemia veio trazer “o trabalho da Associação Protetora dos Pobres é extraordinário e é fundamental que no campo social estejamos todos unidos, para podermos dar resposta a esta crise sem precedentes que atravessamos devido ao vírus e que veio afetar no imediato a população mais vulnerável e provocar  um aumento dos pedidos de ajuda”.

A Associação Portuguesa dos Pobres tem por objetivo apoiar os grupos sociais mais carenciados, que procuram a instituição para satisfação das suas necessidades básicas essenciais, ao nível da alimentação, saúde, higiene, habitação e ocupação dos tempos livres, visando a integração social, educativa e cultural. A sua missão passa também por ajudar na mudança de hábitos, trabalhando na prevenção de situações de mendicidade e de abandono.

O Presidente lembrou, por fim, que a Câmara Municipal do Funchal desde o início do período de confinamento tem lançado diversas iniciativas no sentido de auxiliar as necessidades básicas das famílias funchalenses que viram os rendimentos mensais reduzidos por consequência das dificuldades geradas pela COVID-19. Caso disso é o programa “Cabaz Vital”, que segundo os últimos dados oficiais, já chegou a cerca de 10.500 pessoas residentes no concelho, com a entrega de 3110 cabazes compostos por fruta, legumes, ervas aromáticas e ovos.