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As Presidências Abertas da Câmara Municipal do Funchal visitaram, esta manhã, a Associação de Surdos, Pais, Familiares e Amigos, da Madeira (ASPFAM), onde o Presidente do Município, Miguel Silva Gouveia e a Vereadora com a tutela do Desenvolvimento Social, Madalena Nunes, ficaram a conhecer as instalações e o trabalho diário deste projeto social.

Miguel Silva Gouveia, durante a visita, enalteceu “todo empenho da associação em prol da inclusão através das traduções e da organização de seminários, convívios e formações de modo a promover a acessibilidade aproximando a comunidade ouvinte à comunidade surda. Na Câmara Municipal trabalhamos em parceria com projetos que pensam e agem em prol do desenvolvimento de todos, impedindo que no Funchal alguém fique para trás. Investimos em quebrar barreiras físicas e em tornar a cultura mais acessível. Promovemos, por exemplo, visitas encenadas ao Teatro Municipal Baltazar Dias com tradução em língua gestual portuguesa. A cultura na cidade é para todos”.

A Associação de Surdos, Pais, Familiares e Amigos, da Madeira, com 18 anos de existência, tem por objetivo a implementação de ações que contribuam para a melhor qualidade de vida das pessoas com surdez e trazendo a debate questões que promovem os seus direitos, nomeadamente ao nível da educação, da segurança social e da saúde.

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, acompanhado pelo Vereador Rúben Abreu, visitou esta manhã o Centro Social e Paroquial da Graça no âmbito das Presidências Abertas da Autarquia. Numa visita guiada pelo pároco André Pinheiro o edil funchalense pôde se inteirar do trabalho desenvolvido pela paróquia junto da comunidade local.

Miguel Silva Gouveia destacou “o importante papel que a paróquia e o centro paroquial desempenham junto da população das zonas altas, com um trabalho social de proximidade nas valências de creche e jardim de infância para as crianças e centro de convívio e apoio domiciliário para os idosos e os mais vulneráveis.”

A Paróquia da Graça, criada em 1960 e remodelada em 2004, é constituída pelos Sítios do Vasco Gil, Casas, Três Paus, Barreira, Boliqueime, Encruzilhadas, Casa Branca, Chamorra, Pico do Cardo, Trapiche, Jamboto, Quinta das Freiras e Fontes. Além de local de culto religioso a paróquia e o centro paroquial adjacente têm como missão contribuir para a promoção e o bem-estar da comunidade através de iniciativas que visem a valorização integral de todas as famílias.

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, acompanhado pelo Vereador João Pedro Vieira, que tutela o pelouro do Desporto, visitaram, no âmbito da iniciativa “O Funchal Que Nos Une”, as Presidências Abertas da Câmara Municipal do Funchal, a sede da Associação de Voleibol da Madeira, onde foram recebidos pelo Presidente da Direção Edgar Garrido Gouveia.

Miguel Silva Gouveia foi guiado a uma visita pelas instalações e enalteceu as excelentes condições da sede, tendo ainda a oportunidade de conversar com uma aluna que frequenta o curso de desporto, e que encontra-se na Associação a realizar o seu estágio curricular. Seguiu-se depois uma reunião informal onde ambos os Presidentes falaram sobre a situação do Voleibol regional, e também sobre as obras realizadas pela CMF na pavimentação e cobertura dos polidesportivos das escolas de domínio municipal, e que têm beneficiado os treinos e jogos desta modalidade ali praticados.

Edgar Gouveia, por sua vez, agradeceu a visita e o apoio da Câmara Municipal do Funchal, salientando a parceria na realização do Torneio de Voleibol da Cidade do Funchal, conjuntamente com o Clube Escola da Levada, que vai para a sua 4ª edição, e que em 2019 contou com a presença de clubes regionais, 13 clubes continentais, realizando cerca de 450 jogos, que envolveram mais de 1000 atletas.

O Presidente considerou, por fim, que esta é uma parceria de sucesso, e que dentro das possibilidades, a Autarquia está sempre pronta para ajudar no desenvolvimento da modalidade, salientando que a Associação de Voleibol da Madeira, pode “contar com apoio e colaboração da Câmara Municipal do Funchal, para a edição do seu livro”.

A Associação de Voleibol da Madeira, segundo os últimos dados oficiais, tem cerca de 1400 atletas federados, 42 treinadores, 38 árbitros e 13 clubes em atividade, distribuídos por diversos concelhos. Além disto possui 37 núcleos de Gira-Volei, um projeto de iniciação à modalidade, e parceria com várias escolas básicas.

“O Funchal Que Nos Une”, as Presidências Abertas da Câmara Municipal do Funchal, passaram pelo Centro Cultural e Desportivo Luís de Camões, nesta que foi a última visita desta iniciativa na freguesia de São Pedro. O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, acompanhado pela Vice-Presidente, Idalina Perestrelo, foram recebidos pela Diretora da Associação, Rubina Barros.

O Executivo Camarário foi conhecer, desta forma, a realidade desta instituição de cariz social, instalada no Bairro do Hospital, tendo a responsável pelo Centro, dado a conhecer a Miguel Silva Gouveia as atividades ali desenvolvidas, bem como levou o autarca conhecer outros espaços, onde funcionam a Loja Social, a Mercearia, e também o Centro de Convívio de São Pedro, onde foi recebido pelos muitos munícipes que usufruem das instalações, e dos seus importantes serviços e ajuda.

Através do programa de Apoios Financeiros ao Associativismo e Atividades de Interesse Municipal, a CMF apoia o Centro Luís de Camões com uma verba que serve de apoio à atividade, contribuindo assim para os números de 2019, em que a instituição ajudou cerca de 151 famílias. Miguel Silva Gouveia referiu que “é notório o impacto do trabalho realizado pelo Centro Luís de Camões, não só na freguesia onde está sediado, mas em todo o concelho, e consequentemente, a boa aplicação do apoio financeiro da autarquia, e é este o percurso que queremos continuar a fazer com as pessoas, e com as instituições, trabalhar em nome da cidade que nos une, em nome do Funchal”.

O Executivo da Câmara Municipal do Funchal visitou, no âmbito das Presidências Abertas, realizadas durante o mês de fevereiro na Freguesia de São Pedro, a Tuna Universitária da Madeira (TUMa). O Presidente Miguel Silva Gouveia, acompanhado pelos vereadores, foram recebidos, pela direção, na sede da TUMa.

Miguel Silva Gouveia, na ocasião, teve oportunidade de se inteirar do percurso da TUMa, ao longo dos seus 25 anos de existência, ressalvando o “impacto que é para o Funchal e para os jovens as iniciativas que elevam o bom espírito académico, que transpõe os muros da universidade ao trazer para as ruas da cidade o intercâmbio com outros jovens, promovendo o destino Funchal e levando o nosso nome além-fronteiras.”

A Tuna Masculina da Universidade da Madeira, criada em 1995, celebrou o seu 25º aniversário no ano passado com a realização do XXV ETUMa – Encontro de Tunas Universitárias da Madeira, o encontro de tunas mais antigo do país a realizar-se sem interrupção e que contou com o apoio do Município.

O Executivo da Câmara Municipal do Funchal visitou hoje as instalações da Porta 33, “uma associação cultural com a qual assinámos um protocolo de colaboração no ano passado, que representou, no global, um investimento de cerca de 40 mil euros em atividades de interesse municipal, que foram concretizadas ao longo de 2019”, começou por referir o Presidente Miguel Silva Gouveia, que foi recebido, na ocasião, por Cecília Vieira de Freitas e Maurício Pestana Reis, em mais uma iniciativa no âmbito das Presidências Abertas do Município – “O Funchal Que Nos Une”, que decorrem este mês na freguesia de São Pedro.

“A Porta 33 conta com mais de 30 anos de atividade, sendo uma das associações culturais mais antigas da cidade do Funchal. É precisamente nessa ótica de salvaguardar este trabalho singular que as nossas Presidências Abertas visitaram hoje a galeria, onde ainda estão presentes algumas das obras daquele que foi o ponto alto da nossa parceria no ano passado, e um marco em termos de arte urbana para a cidade, que foi a exposição Ilhéstico.”

O Ilhéstico foi um roteiro de arte contemporânea desenvolvido para a cidade de raiz, que reuniu um total de 45 participantes, na sua maioria artistas madeirenses, autores de diversas linguagens e com percursos e experiências de vida distintos. O evento foi inédito na Região e lembrou a passagem de várias gerações de artistas pela Porta 33, muitos dos quais vivem e trabalham agora fora da Região, quer no Continente, quer no estrangeiro.

Miguel Silva Gouveia sublinhou que esta foi “uma aposta com reflexos até a nível nacional, com a grande satisfação de apoiar os artistas madeirenses, dando-lhes oportunidade de desenvolverem ao mais alto nível as suas diferentes manifestações artísticas, desde a moda, ao vídeo, à fotografia e à pintura”, tendo anunciado por fim que, este ano, “queremos ajudar a levar o Ilhéstico para fora da ilha, para dar um palco nacional à arte madeirense e àquilo que de bom tem sido desenvolvido no Funchal e na Madeira.”

A Porta33 – Associação Quebra Costas – Centro de Arte Contemporânea foi fundada em 1989. Esta associação cultural privada, sem fins lucrativos, está sediada no centro do Funchal e é um projeto de produção e divulgação de arte contemporânea. Entre as várias atividades dinamizadas, organiza colóquios sobre o trabalho dos artistas residentes e promove visitas guiadas às exposições em colaboração com a comunidade escolar, mantendo um centro de documentação de cultura contemporânea.

A iniciativa “O Funchal Que Nos Une”, as Presidências Abertas da Câmara Municipal do Funchal, passaram pela oficina do artesão madeirense Carlos Jorge Rodrigues. O mestre violeiro, que mostrou-se bastante sensibilizado com a visita do Executivo camarário, dedica-se há cerca de 37 anos à construção de instrumentos de corda tradicionais, e ainda que construa qualquer tipo de cordofone, notabilizou-se pelo braguinha, machete, rajão e pela viola de arame.

Miguel Silva Gouveia salientou que “é sempre com um brilho nos olhos que venho visitar o cantinho onde trabalha o mestre Carlos, tanto pela simpatia e entusiasmo que sempre nos recebe, mas também pela magia que este espaço cheio de talento oferece, é a casa onde é trabalhada uma arte tão reconhecida por músicos e colecionadores de todo o mundo”. O mestre violeiro Carlos Jorge, era, até bem pouco tempo, o único profissional deste ofício na Região, no entanto, o filho Henrique Rodrigues seguiu-lhe as pisadas, sendo considerado o mais jovem “luthier” da ilha da Madeira.

A Câmara Municipal do Funchal através do seu programa anual de Atribuição de Apoios Financeiros ao Associativismo e Atividades de Interesse Municipal, apoiou, em 2019, a oficina de cordofones do mestre Carlos com cerca de 7 mil euros , “esta é uma atividade artesanal minuciosa, sabemos da importância manter bem viva as nossas raízes e apoiar o que é nosso, e é isso que temos procurado fazer, assumindo na nossa politica a preservação do património material e imaterial da cidade do Funchal”.